terça-feira, 13 de julho de 2010

Diversidade de cursos e diversidade de instituições de ensino X Qualidade de ensino

Bem, o tema dessa semana no Desafio do Conhecimento é o que nós pensamos sobre a diversidade de cursos e a diversidade de instituições de ensino.

Para alguém escolher qual carreira seguir é sempre complicado pois o resto da sua vida vai depender de uma escolha . Existem muitas opções diferentes de cursos superiores, isso acaba fazendo com que a pessoa se confunda mais sobre o que fazer, e além de ter que decidir o que cursar temos que escolher a instituição. Muitas vezes a escolha é feita por onde você consegue passar no vestibular, ou então a que fica mais perto de onde você vive. O ponto positivo disso é a maior especialização do discente, que resulta na melhora do serviço prestado pelo profissional. Uma pessoa que é especializada em uma determinada área vai fazer produtos com melhor qualidade. Apesar de entrarmos na questão já abordada em post anteriores de que dedicação e competência são fundamentais para o êxito da profissão exercida

A diversidade de instituições de ensino faz com que muitas instituições que não são confiáveis formem alunos que muitas vezes saem da instituição sem saber fazer o que deviam ter aprendido. Mas faz com que as instituições sérias se tornem melhores para serem reconhecidas pela excelência de ensino e isso melhora por sua vez os cursos e formam assim melhores alunos.

A diversidade de instituições de ensino não é garantia de um país culto, educado. Tal diversidade pode ser explicada em muitos casos, pela facilidade de criação de centros de ensino superior, particulares principalmente. Há então, duas consequências relevantes: a qualidade notavelmente inferior de um curso (lembrando que uma faculdade pode ser muito boa em determinada área e muito ruim em outra), que forma profissionais não preparados para encarar o mercado de trabalho e a incessante busca de outras instituições (privadas ou públicas) pela excelência dos cursos oferecidos.

Abaixo três universidades para as quais nós e grande parte dos colegas de classe iremos prestar vestibular:

UFSC: o MEC divulgou em 2009 que a Universidade Federal de Santa Catarina recebeu nota 4 no IGC (Índices Gerais de Cursos das Instituições), sendo que a nota máxima é quatro. É bastante concorrida, sendo até "disputada" por estudantes de outros estados e tem centros de ensino distribuídos por várias partes do estado.

http://www.ufsc.br/


UDESC: A Universidade do Estado de Santa Catarina alcançou a mesma média de IGC que a UFSC, e apesar de não oferecer uma diversidade tão grande de cursos comparada a instituição federal, é bastante renomada pelos seus cursos de engenharia (civil, mecânica, elétrica)

http://www.udesc.br/


UNIVALI: no IGC, a Universidade do Vale do Itajaí alcançou média 3. Como demonstrado no nome, a faculdade tem campus presentes em várias cidades próximas a Itajaí, inclusive aqui em Tijucas. Oferece cursos, que por sua vez, não são oferecidos nas duas instituições citadas acima, como: Gestão de Negócios do Surf, Fotografia e Design de Interiores.
http://www.univali.br/


Para decidir o curso, é preciso conhecê-lo bem e saber as áreas de atuação no mercado de trabalho.Tais informações são essenciais para que, no futuro, não haja arrependimentos.

Esperamos que tenha sido de alguma valia para você.

Até a próxima semana, com mais um etapa do Desafio do Conhecimento!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Importância do curso superior

Sempre nos dizem para estudarmos, entrarmos na faculdade e conseguirmos vencer na vida. Escolher o curso superior é sempre uma grande dificuldade, pois não sabemos ao certo o que queremos fazer para o resto de nossas vidas ou por um período de tempo, trocar de curso durante a faculdade as vezes é uma opção mas acabamos perdendo tempo que poderíamos estar trabalhando.

Quase todos estão certos sobre os cursos superiores, pois para a maioria dos empregos bons precisamos ter um conhecimento maior e por isso cursamos as faculdades. Mas não é o diploma que vai fazer com que sejamos empregados pois temos que ser competentes e nos interessarmos pelo que vamos fazer.

Com um diploma nós temos muito mais oportunidades, os empregadores preferem pessoas com diploma. O diploma é mais reconhecido se for de alguma instituição conhecida como tendo ensino de boa qualidade, que forma alunos que são muito bons e que não cometem erros. Em qualquer área que você se especializar é preciso prestar muita atenção no que está fazendo para não cometer um engano, pois em alguns casos a vida de outras pessoas está nas suas mãos.

Muitas pessoas dizem que as faculdades públicas são melhores, muito procuradas e que possuem os maiores índices de qualidade dos cursos. Mas como nem sempre os governos investem como deveriam, os professores entram em greve, os edifícios sofrem com danos que às vezes demoram anos para serem reparados, falta material nos laboratórios, etc. Tais fatores impedem um maior aproveitamento do aluno. Nesse caso, uma instituição particular é a melhor escolha, pois possuem o dinheiro para investir e não necessitam da aprovação de verbas.

A dica de hoje é que sempre é bom ter um diploma de um curso superior, mas não podemos ficar apenas nisso, temos que nos empenhar e estar sempre procurando novas informações sobre a área para não ficarmos desatualizados e sermos substituídos por pessoas que estão mais informadas do que nós.

Um grande abraço e até a próxima semana!


terça-feira, 29 de junho de 2010

Diploma X Conhecimento: o que importa no mercado de trabalho?

Hoje em dia sempre falam a nós jovens que é necessário ter uma formação extra e estar bem preparado para o mercado de trabalho, mas somente

ter um diploma garante um emprego no futuro?

A resposta é não. Um diploma técnico não te garante um emprego, o que irá garantir a vaga é o que você sabe fazer com os conhecimentos adquiridos no curso. É inegável que ter um diploma é um bom diferencial na disputa por uma vaga de empregos, mas o que irá mantê-lo trabalhando é sua habilidade e a forma com que você adapta os seus conhecimentos as atividades a serem desenvolvidas na empresa.

A demanda por técnicos é grande no mercado, faça um teste procure por “técnicos de informática” no site http://emprego.catho.com.br/, com essa palavra-chave obtive um resultado de 15.484 vagas.

Quinze mil quatrocentos e oitenta e quatro vagas. Nossa quantos empregos! Quer dizer que se eu tiver um curso técnico eu consigo uma dessas vagas? Talvez, mas resta saber se você vai ter a competência necessária para mantê-la.

O curso técnico é necessário, é um diferencial, te faz ser visto de outra forma por seu empregador, mas se você pensa em fazê-lo só para ter um diploma não vale a pena, se você não se dedicar ao curso, não aprende de verdade, e se não aprende não vai saber resolver os problemas diários que vão te apresentar no trabalho.

Como estudantes de uma escola técnica, nós do Petizes Frugais, convivemos com colegas que fazem curso técnico e com colegas já formados, nossa escola possui um quadro de aviso de empregos, que sempre está cheio de anúncios e mesmo assim escutamos alguns amigos dizerem que não conseguem emprego mesmo com o diploma. Assim como também possuímos amigos formados que estão empregados trabalhando na área. E a que devemos atribuir essa diferença se não ao interesse individual e ao esforço de cada um para aprender o que era passado em sala de aula.

O importante é saber escolher o curso, e quando estiver fazendo-o aproveita-lo da melhor maneira possível e conseguir juntar o máximo conhecimento. Dessa forma, não é só o diploma que significará o seu diferencial, mas também suas competências e atitudes.


Abaixo segue um vídeo de uma reportagem do Jornal Hoje veiculado na Rede Globo sobre o assunto, com alguma dicas importantes no final.



Esperamos que tenha sido de valia para vocês.

Um grande abraço e até a próxima semana!

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Falta de emprego ou de especialização?



Bem, o tema do Desafio do Conhecimento desta semana é o mercado de trabalho e as oportunidades de emprego. Para realizar tal tarefa nós contamos com a ajuda de Adriano de Melo, coordenador e professor do curso de redes da unidade do SENAI/Tijucas.

À medida que crescemos aprendemos que é preciso estudar, ter um curso superior para que possamos ingressar com segurança no mercado de trabalho e manter uma condição de vida confortável. Esse pensamento vem de gerações, e como é comum, está ficando obsoleto. O curso superior ou técnico ainda é importantíssimo para garantir uma vaga de emprego, porém só isso não basta, é preciso que o candidato tenha outras qualificações. Segundo Adriano houve um tempo onde bastava que cada empregado soubesse fazer apenas uma parte do processo, soubesse apenas do seu trabalho, que fosse apenas um operador. Hoje esse perfil de profissional não existe mais. O mercado exige pessoas mais qualificadas, pessoas que realmente conheçam a profissão que desejam exercer”. Tal situação é facilmente vista nos dias atuais em que o índice de desemprego no país (8,2% em 2009 segundo a OIT) se contrapõe às vagas remanescentes (298 mil formais em maio deste ano Segundo o Ministério do Trabalho), não ocupadas na maioria das vezes pela falta de mão-de-obra qualificada. Uma pesquisa realizada pela consultoria internacional de recursos humanos Manpower e publicada no site da BBC Brasil, apresenta nosso país em segundo lugar tratando-se de mão-de-obra não especializada, ficando atrás apenas do Japão.

Os setores que mais sofrem com esse problema são o petrolífero, o automobilístico e o de tecnologia da informação (TI). Consequentemente, esses são os setores que oferecem os melhores salários.

A falta de especialização vem sendo combatida pelas empresas que cada vez mais investem em cursos de capacitação profissional, buscando melhorar os índices de produção, para sair na frente quando o assunto é a concorrência entre empresas, elas estando presentes ou não na mesma região. “Hoje é uma realidade a globalização e é nítida a sua influência no dia a dia das empresas. Hoje não existe mais a regionalização, cada empresa concorre e sente a concorrência das demais empresas, estejam elas onde estiverem”, afirma ainda o professor Adriano.

O segredo para conseguir uma vaga e se manter no emprego desejado é ser especialista em sua área, porém, não esquecer que uma atividade não é baseada em um único conhecimento. O empregado atual precisa ser multidisciplinar, ser curioso, esforçado e criativo. O mercado de trabalho está saturado da mesmice, as empresas precisam de inovação para se destacar no mercado consumidor. “O mercado hoje em dia carece de profissionais assim ( pró-ativos, inovadores, comprometidos com a empresa e com o seu processo, pessoas que saibam se relacionar, se comunicar, se postar corretamente, que sejam honestas e tenham caráter), sobram vagas, pois a maioria não se qualifica para ocupar o cargo que almeja. Portanto se quiser chegar lá se prepare.”

Então, que tal seguir as dicas do professor Adriano e começar já a se preparar para o mercado de trabalho? Ainda é tempo de alcançar seu objetivo! E para isso você deve estar bem focado.

Se ainda não sabe em que área se especializar, nós do "Petizes Frugais" indicamos a página de carreiras do UOL Vestibular, onde você encontra descrições das mais diversas áreas e vídeos com depoimentos de profissionais atuantes.

Obrigada a todos, e principalmente ao professor Adriano pela colaboração.

Até a próxima semana!